E agora? O Benfica perdeu frente à Académica (0-1), que conseguiu a sua primeira vitória fora, e fica a quatro pontos do Sporting. Os encarnados jogaram melhor que o adversário, criaram oportunidades e até atiraram duas bolas «ao ferro», mas o destino parecia estar traçado. Por mais oportunidades que criassem a bola «não queria» entrar. Terá sido falta de eficácia? Falta de sorte? Uma grande exibição de Peskovic? Certo é que faltaram golos e as contas complicam-se para o Benfica.
Quique Flores mexeu na defesa e no meio-campo. Sidnei entrou para o centro da defesa e David Luiz encostou à esquerda, remetendo Jorge Ribeiro para o banco. Yebda nem sequer foi convocado e Katsouranis não entrou. Carlos Martins e Ruben Amorim assumiram as funções dos médios mais recuados, para defender e distribuir jogo. O camisola 15 não teve uma exibição muito feliz, enquanto Carlos Martins sobressaiu. Reyes entrou para a direita e Aimar ficou na esquerda.
Nos primeiros minutos ficou a sensação de que o Benfica não tinha meio-campo, com Carlos Martins e Ruben Amorim a terem dificuldades em perceber qual o seu papel em campo. O conjunto encarnado esteve em clara desvantagem, já que se tratou de um duelo de dois contra três da Académica, que tinha o meio-campo mais preenchido. Mas as transições não funcionaram ou então foram demasiado lentas, denunciadas. Muitos dos lances de ataque começaram com passes longos da defesa para os homens mais adiantados.
Os encarnados até criaram oportunidades e protagonizaram lances bonitos, mas faltou eficácia e maior objectividade. David Luiz esteve em duas dessas ocasiões, Cardozo proporcionou uma grande defesa a Peskovic e Aimar atirou à trave.
Os «estudantes» tiveram o mérito de colocar três homens à frente, com dois alas rápidos, que seguraram Maxi Pereira na defesa. Já David Luiz foi mais audaz. Isso fez com que o defesa estivesse em algumas das melhores oportunidades dos encarnados. Mas também foi ele que não esteve «lá atrás» quando Miguel Pedro entrou pela direita. Miguel Vítor, que teve de proteger o lado pertencente ao brasileiro, ofereceu o primeiro canto aos visitantes.
Uma oportunidade, um golo
Foi na sequência desse lance que surgiu o golo da Académica, aos 23 minutos. Miguel Pedro cobrou o canto e Tiero nem teve de saltar. O número 33 cabeceou e fez o 0-1. Com isto não se pretende culpar David Luiz, mas constatar que, embora o defesa tenha feito uma boa exibição, principalmente a atacar, a verdade é que continua a mostrar que não tem velocidade para se recolocar no seu lugar.
O jogo não foi bonito. O Benfica não fez um jogo brilhante, mas as melhores oportunidades pertenceram-lhe. Logo, a desvantagem ao intervalo parecia algo injusta (se é que se pode falar em justiça quando se fala em jogo, onde a sorte, o azar e uma série de elementos estão presentes).
A Briosa conseguiu um canto e aproveitou bem o lance e a passividade adversária. Sem brilhar, também soube impor alguma superioridade no meio-campo. Para além disso, notou-se entreajuda entre sectores, que recuaram em bloco para defender.
Domínio sem golos
As equipas regressaram dos balneários sem alterações. O Benfica parecia decidido a dar a volta ao resultado, mas faltava-lhe velocidade. Ainda assim, Cardozo quase marcou aos 52 minutos. A bola embateu «no ferro». Três minutos depois David Luiz, ao segundo poste, rematou para a defesa de Peskovic. Aos 58 Aimar colocou a bola dentro da baliza, mas o árbitro marcou falta de Nuno Gomes sobre Peskovic, considerando existir obstrução (um lance que promete dar que falar). Aos 81 minutos David Luiz caiu na área, mas o árbitro nada assinalou. Há uma mão de Miguel Pedro nas costas do defesa.
Na segunda parte só deu Benfica. Nem sempre bem, mas só deu Benfica. A Académica, que ficou reduzida a dez por expulsão de Hélder Cabral (73m), limitou-se a ver jogar e a tentar proteger a vantagem
Fonte www.maisfutebol.iol.pt
Benfica 0-1 Academica Liga Sagres 11/04/09 melhores momentos
Domingo, 12 de Abril de 2009
Comentários
Domingos:
«Benfica fica muito mais longe do título»
Domingos Paciência, treinador da Académica, comentou desta forma a vitória no Estádio da Luz, reduto do Benfica (0-1):
«Acho que toda a gente teve a oportunidade de ver o que se passou hoje. O Benfica, pelo que fez e pelas oportunidades que criou, sabíamos que era natural se surgisse um golo. Há que premiar a forma de estar da Académica em campo, pela entrega que teve. Não foi um jogo tão bem conseguido como na época passada, foi mais em luta, em sacrifício. Foi uma vitória feliz, mas a felicidade procura-se. A Académica trabalhou muito, teve um espírito de entreajuda enorme. Se estivesse do lado do Benfica, diria que é um resultado injusto. É natural que o Benfica, tendo perdido este jogo, esteja agora muito mais longe do título.
Sobre a polémica em torno das palavras de Nuno Piloto: «Estratégias de motivação é natural que haja em todas as equipas. Não foi um momento infeliz, porque o Nuno Piloto esclareceu as suas declarações. Não foi por aí, porque a minha equipa estava motivada.»
A manutenção está assegurada? «Com 31 pontos, fica praticamente selada a manutenção. Acho que a equipa merece, pelo comportamento que tem tido, mesmo que até agora, fora de casa, o rendimento não ter sido o melhor. Não é fácil a equipa apresentar a intensidade que apresenta.»
Sobre a arbitragem: «Ainda não tive a oportunidade de ver os lances mais difíceis a ajuizar. Não sei se, quando o Nuno Piloto remata à baliza, o Miguel Vítor não agarra com a mão. O David Luiz também poderia ver um amarelo pelas faltas que fez. Mas a arbitragem não teve influência no resultado. Quando o Aimar marca, fica a sensação que há um empurrão ao guarda-redes na zona em que a bola ia cair. Mas como disse, ainda não vi os lances.»
Nuno Piloto:
«Longe de mim faltar ao respeito ao Benfica»
Nuno Piloto, capitão da Académica, após a vitória sobre o Benfica, em declarações na «flash interview» da RTP. O jogador esclarece as suas palavras sobre o facto de o Benfica não jogar para ser campeão:
«Gostava de aproveitar para esclarecer que foram deturpadas as minhas palavras. O que eu disse foi claramente descontextualizado e criou esta polémica. Longe de mim faltar ao respeito ao Benfica ou outro clube qualquer.»
Fonte www.maisfutebol.iol.pt
«Benfica fica muito mais longe do título»
Domingos Paciência, treinador da Académica, comentou desta forma a vitória no Estádio da Luz, reduto do Benfica (0-1):
«Acho que toda a gente teve a oportunidade de ver o que se passou hoje. O Benfica, pelo que fez e pelas oportunidades que criou, sabíamos que era natural se surgisse um golo. Há que premiar a forma de estar da Académica em campo, pela entrega que teve. Não foi um jogo tão bem conseguido como na época passada, foi mais em luta, em sacrifício. Foi uma vitória feliz, mas a felicidade procura-se. A Académica trabalhou muito, teve um espírito de entreajuda enorme. Se estivesse do lado do Benfica, diria que é um resultado injusto. É natural que o Benfica, tendo perdido este jogo, esteja agora muito mais longe do título.
Sobre a polémica em torno das palavras de Nuno Piloto: «Estratégias de motivação é natural que haja em todas as equipas. Não foi um momento infeliz, porque o Nuno Piloto esclareceu as suas declarações. Não foi por aí, porque a minha equipa estava motivada.»
A manutenção está assegurada? «Com 31 pontos, fica praticamente selada a manutenção. Acho que a equipa merece, pelo comportamento que tem tido, mesmo que até agora, fora de casa, o rendimento não ter sido o melhor. Não é fácil a equipa apresentar a intensidade que apresenta.»
Sobre a arbitragem: «Ainda não tive a oportunidade de ver os lances mais difíceis a ajuizar. Não sei se, quando o Nuno Piloto remata à baliza, o Miguel Vítor não agarra com a mão. O David Luiz também poderia ver um amarelo pelas faltas que fez. Mas a arbitragem não teve influência no resultado. Quando o Aimar marca, fica a sensação que há um empurrão ao guarda-redes na zona em que a bola ia cair. Mas como disse, ainda não vi os lances.»
Nuno Piloto:
«Longe de mim faltar ao respeito ao Benfica»
Nuno Piloto, capitão da Académica, após a vitória sobre o Benfica, em declarações na «flash interview» da RTP. O jogador esclarece as suas palavras sobre o facto de o Benfica não jogar para ser campeão:
«Gostava de aproveitar para esclarecer que foram deturpadas as minhas palavras. O que eu disse foi claramente descontextualizado e criou esta polémica. Longe de mim faltar ao respeito ao Benfica ou outro clube qualquer.»
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Domingo, 26 de Outubro de 2008
Sábado, 2 de Agosto de 2008
Terça-feira, 8 de Julho de 2008
Académica: Madej pediu um autógrafo a Domingos há 14 anos
Está religiosamente guardado entre os pequenos troféus da ainda curta carreira de Lukasz Madej (24 anos) mas o médio polaco, a mais recente contratação da Académica, estava longe de adivinhar que aquele pedaço de papel escrevinhado iria, passados 14 anos, voltar à baila.
Em 1994, tinha Madej apenas 10 anos mas já idade suficiente para seguir com toda a atenção os jogos do clube da sua terra, o Lodz, pelo qual foi formado. Entre tantos encontros, houve um, para a extinta Taça das Taças, que foi especial, porque do outro lado estava o F.C. Porto de Domingos Paciência, um dos seus ídolos.
No final da partida, o pequeno Lukasz foi ter com o avançado portista e pediu-lhe um autógrafo, aquele tal papel rabiscado que guardou até aos dias de hoje e que terá provocado um sorriso largo no rosto de Domingos quando, passados estes anos, lhe reavivaram a memória. Ele há coincidências!
Lukasz Madej tem um currículo apreciável. Campeão da Europa de sub-19 em 2001, numa equipa na qual pontificavam ainda Kazmierczak e Golinski. O médio dos estudantes foi, de resto, o autor de um dos golos da final frente à República Checa, que os polacos venceram por 3-1. Também foi internacional sub-21 e jogou três vezes pelos AA.
É descrito como um médio interior direito no tradicional 4x4x2, o esquema utilizado por Domingos na Académica, mas também é capaz de jogar como médio ofensivo ou extremo num 4x3x3. É sobretudo um jogador tecnicista, rápido e com boa visão de jogo, que veio para Portugal para «tentar convencer Leo Bennacker a chamá-lo novamente à selecção», nas palavras do seu empresário, Gaspar Freire.
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Em 1994, tinha Madej apenas 10 anos mas já idade suficiente para seguir com toda a atenção os jogos do clube da sua terra, o Lodz, pelo qual foi formado. Entre tantos encontros, houve um, para a extinta Taça das Taças, que foi especial, porque do outro lado estava o F.C. Porto de Domingos Paciência, um dos seus ídolos.
No final da partida, o pequeno Lukasz foi ter com o avançado portista e pediu-lhe um autógrafo, aquele tal papel rabiscado que guardou até aos dias de hoje e que terá provocado um sorriso largo no rosto de Domingos quando, passados estes anos, lhe reavivaram a memória. Ele há coincidências!
Lukasz Madej tem um currículo apreciável. Campeão da Europa de sub-19 em 2001, numa equipa na qual pontificavam ainda Kazmierczak e Golinski. O médio dos estudantes foi, de resto, o autor de um dos golos da final frente à República Checa, que os polacos venceram por 3-1. Também foi internacional sub-21 e jogou três vezes pelos AA.
É descrito como um médio interior direito no tradicional 4x4x2, o esquema utilizado por Domingos na Académica, mas também é capaz de jogar como médio ofensivo ou extremo num 4x3x3. É sobretudo um jogador tecnicista, rápido e com boa visão de jogo, que veio para Portugal para «tentar convencer Leo Bennacker a chamá-lo novamente à selecção», nas palavras do seu empresário, Gaspar Freire.
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Académica: Peskovic e Madej treinaram pela primeira vez
Os mais recentes reforços da Académica, o guarda-redes Boris Peskovic e o médio Lukasz Madej, treinaram pela primeira vez com os novos companheiros, na tarde desta segunda-feira.
Os jogadores passaram nos testes médicos e assinaram os respectivos contratos, de uma época, no caso do guardião eslovaco, e de duas, em relação ao médio polaco, e foram para o relvado para trabalhar às ordens de Domingos Paciência.
Tiero também apareceu durante a sessão, mas ainda à civil, justificando o atraso com os problemas para conseguir voos do Gana para Portugal. Nesta terça-feira, o jogador africano já marcará presença nos treinos.
Com a chegada, a conta-gotas, de alguns dos atletas esperados ficará a faltar apenas Cléber, igualmente ainda à espera de ligação aérea desde o Brasil, assim como Lito e Sougou, embora estes só se devam apresentar dentro de uma semana.
A Académica continua ainda a aguardar pelos emprestados do F.C. Porto, nomeadamente Edson, Leandro Lima e Hélder Barbosa, mas este é um dossier mais delicado, já que há outros clubes interessados no concurso do central e do médio-ofensivo.
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Os jogadores passaram nos testes médicos e assinaram os respectivos contratos, de uma época, no caso do guardião eslovaco, e de duas, em relação ao médio polaco, e foram para o relvado para trabalhar às ordens de Domingos Paciência.
Tiero também apareceu durante a sessão, mas ainda à civil, justificando o atraso com os problemas para conseguir voos do Gana para Portugal. Nesta terça-feira, o jogador africano já marcará presença nos treinos.
Com a chegada, a conta-gotas, de alguns dos atletas esperados ficará a faltar apenas Cléber, igualmente ainda à espera de ligação aérea desde o Brasil, assim como Lito e Sougou, embora estes só se devam apresentar dentro de uma semana.
A Académica continua ainda a aguardar pelos emprestados do F.C. Porto, nomeadamente Edson, Leandro Lima e Hélder Barbosa, mas este é um dossier mais delicado, já que há outros clubes interessados no concurso do central e do médio-ofensivo.
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Académica: início dos trabalhos ainda com várias indefinições
A Académica deu início aos treinos com vista à época 2008/09 nesta segunda-feira, com 20 jogadores, várias ausências e algumas indefinições. O grande destaque continua a ser o facto de os atletas acordados com o F. C. Porto, Hélder Barbosa, Leandro Lima e Edson, ainda não se terem apresentado, sendo que, em rigor, ainda não é certo que venham para Coimbra (pelo menos os dois últimos), face ao alegado interesse de outros emblemas, nomeadamente o V. Setúbal.
Os atletas que faltaram aos exames médicos, nos últimos dois dias úteis da semana passada, continuam ausentes, casos de Cléber, Tiero - a justificação oficial prende-se com dificuldades no agendamento de voos, respectivamente, do Brasil e do Gana para Portugal -, Lito e Sougou (ex-Leiria). O cabo-verdiano, assim como o senegalês, por terem estado ao serviço das respectivas selecções, só irão apresentar-se na próxima segunda-feira, já durante o estágio em Celorico da Beira.
O plantel está ainda longe da sua forma final não só porque ainda falta contratar um lateral-esquerdo e um ponta-de-lança, tal como confirmou o próprio Domingos Paciência, mas há também vários casos a resolver, como os dos marfinenses Fofana e Vouho. Este último aguarda luz verde para ser de novo emprestado ao Portimonense, em função da contratação do tal elemento para a frente de ataque. O seu conterrâneo, também negociado com o emblema algarvio, está igualmente dependente da definição do grupo de trabalho dos estudantes para lhe seguir as pisadas.
Quanto aos jogadores provenientes do clube satélite da Académica, o Tourizense, já se sabe que irão cumprir a pré-época e a sua inclusão no plantel principal dependerá, por conseguinte, das qualidades demonstradas nas próximas semanas. Estão nesta situação o central Gonçalo, os médios André Fontes e Licá, e ainda o avançado Éder.
Esta tarde, no segundo treino do dia, aguarda-se com alguma expectativa pelos mais recentes reforços da Briosa, o guarda-redes Boris Peskovic e o médio Lukasz Madej, cujas contratações serão oficializadas caso, como se espera, sejam aprovados nos testes médicos.
Domingos quer 25 jogadores
Domingos Paciência estabeleceu a meta dos 25 jogadores como o número ideal para compor plantel da Académica, pelo que, tendo em conta as contratações ainda em equação, irá levar a várias saídas. O técnico prometeu uma equipa com «grande carácter e ambição», esperando que, no mínimo, consiga fazer o mesmo do ano passado, «jogando bem, com atitude, e sempre próxima da vitória».
«O objectivo é a manutenção, nada mais do que isso, embora sabendo que, na última época, poderíamos ter feito melhor. O orçamento foi reduzido e, por isso, tivemos de procurar as melhores soluções tendo em vista o binómio qualidade/preço», afirmou.
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Os atletas que faltaram aos exames médicos, nos últimos dois dias úteis da semana passada, continuam ausentes, casos de Cléber, Tiero - a justificação oficial prende-se com dificuldades no agendamento de voos, respectivamente, do Brasil e do Gana para Portugal -, Lito e Sougou (ex-Leiria). O cabo-verdiano, assim como o senegalês, por terem estado ao serviço das respectivas selecções, só irão apresentar-se na próxima segunda-feira, já durante o estágio em Celorico da Beira.
O plantel está ainda longe da sua forma final não só porque ainda falta contratar um lateral-esquerdo e um ponta-de-lança, tal como confirmou o próprio Domingos Paciência, mas há também vários casos a resolver, como os dos marfinenses Fofana e Vouho. Este último aguarda luz verde para ser de novo emprestado ao Portimonense, em função da contratação do tal elemento para a frente de ataque. O seu conterrâneo, também negociado com o emblema algarvio, está igualmente dependente da definição do grupo de trabalho dos estudantes para lhe seguir as pisadas.
Quanto aos jogadores provenientes do clube satélite da Académica, o Tourizense, já se sabe que irão cumprir a pré-época e a sua inclusão no plantel principal dependerá, por conseguinte, das qualidades demonstradas nas próximas semanas. Estão nesta situação o central Gonçalo, os médios André Fontes e Licá, e ainda o avançado Éder.
Esta tarde, no segundo treino do dia, aguarda-se com alguma expectativa pelos mais recentes reforços da Briosa, o guarda-redes Boris Peskovic e o médio Lukasz Madej, cujas contratações serão oficializadas caso, como se espera, sejam aprovados nos testes médicos.
Domingos quer 25 jogadores
Domingos Paciência estabeleceu a meta dos 25 jogadores como o número ideal para compor plantel da Académica, pelo que, tendo em conta as contratações ainda em equação, irá levar a várias saídas. O técnico prometeu uma equipa com «grande carácter e ambição», esperando que, no mínimo, consiga fazer o mesmo do ano passado, «jogando bem, com atitude, e sempre próxima da vitória».
«O objectivo é a manutenção, nada mais do que isso, embora sabendo que, na última época, poderíamos ter feito melhor. O orçamento foi reduzido e, por isso, tivemos de procurar as melhores soluções tendo em vista o binómio qualidade/preço», afirmou.
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Académica: Lukasz Madej (ex-Lodz) assina por duas épocas
A Académica garantiu, de uma assentada, dois dos últimos reforços que faltavam para completar o plantel comandado por Domingos Paciência. A contratação do guarda-redes eslovaco Boris Peskovic (ex-Gornik), já revelada pelo Maisfutebol, não será a única proveniente do mercado polaco, já que os estudantes também negociaram um médio, cuja chegada a Coimbra, tal como o guardião, é aguardada nos próximos dias, a tempo de se apresentarem no primeiro treino da época, agendado para as 9h30 da próxima segunda-feira.
O jogador em causa é Lukasz Madej, um médio direito, que também joga como 10 (aliás é esse o número da sua camisola), formado no Lodz, com o qual terminou contrato no último mês. Durante uns dias, estudou propostas de vários países, já que pretendia sair da Polónia, recusou inclusive uma oferta dos gregos do Larissa, e decidiu-se pela Académica. À semelhança de Peskovic, só lhe falta cumprir testes médicos antes de colocar a assinatura num contrato válido para as próximas duas épocas.
Lukasz Madej tem 26 anos (nasceu a 14 de Abril de 1982, em Lodz), mede 1, 76 m, pesa 70 quilos, foi internacional sub-16 e sub-18 pela Polónia e jogou três vezes pela Selecção A. Depois de cinco épocas no Lodz, esteve dois anos no Chorzow, três no Lech Poznan (pelo qual venceu o seu único troféu, a Taça da Polónia, em 2004), e mais dois no Gornik, antes do regresso à casa de partida, a meio da época de 2005/06. Na última temporada, cumpriu 29 jogos para o Campeonato e mais dois para a Taça, encontros e marcou seis golos.
Os dois novos reforços da Académica conhecem-se bem, pois já se defrontaram várias vezes ao longo das últimas épocas.
Académica: Lukasz Madej vê Portugal como trampolim para outros voos
O médio Lukasz Madej (ex-Lodz), o mais recente reforço da Académica, já perspectivou a sua primeira experiência fora da Polónia, dando conta do desejo, há muito alimentado, de jogar fora do seu país e num campeonato com outro nível. O jogador, tal como o guarda-redes Peskovic (ex-Gornik), é esperado neste domingo em Coimbra, onde irá realizar testes médicos e assinar contrato por duas épocas, enquanto o guardião, tal como o Maisfutebol avançou, irá vincular-se apenas por uma temporada.
«Eu queria tentar uma experiência além-fronteiras e, por isso, as propostas da Polónia não me interessavam. Se quisesse ficar aqui, provavelmente, ainda estaria a jogar no Lodz. Tudo indica, porém, que vou prosseguir uma carreira em Portugal. Estou muito feliz com isso, porque, no campeonato local, já estou muito mais perto de Espanha e França, onde eu gostaria de jogar no futuro», afirmou o médio à imprensa polaca.
Lukasz Madej mostrou ter já alguns conhecimentos sobre a sua nova equipa e confirmou, no essencial, as notícias vindas a público em Portugal: «Os termos do contrato já foram acordados e, depois dos exames, se tudo estiver bem, irei assinar. Já tenho umas ideias sobre a equipa e posso começar a trabalhar logo na segunda-feira.»
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O jogador em causa é Lukasz Madej, um médio direito, que também joga como 10 (aliás é esse o número da sua camisola), formado no Lodz, com o qual terminou contrato no último mês. Durante uns dias, estudou propostas de vários países, já que pretendia sair da Polónia, recusou inclusive uma oferta dos gregos do Larissa, e decidiu-se pela Académica. À semelhança de Peskovic, só lhe falta cumprir testes médicos antes de colocar a assinatura num contrato válido para as próximas duas épocas.
Lukasz Madej tem 26 anos (nasceu a 14 de Abril de 1982, em Lodz), mede 1, 76 m, pesa 70 quilos, foi internacional sub-16 e sub-18 pela Polónia e jogou três vezes pela Selecção A. Depois de cinco épocas no Lodz, esteve dois anos no Chorzow, três no Lech Poznan (pelo qual venceu o seu único troféu, a Taça da Polónia, em 2004), e mais dois no Gornik, antes do regresso à casa de partida, a meio da época de 2005/06. Na última temporada, cumpriu 29 jogos para o Campeonato e mais dois para a Taça, encontros e marcou seis golos.
Os dois novos reforços da Académica conhecem-se bem, pois já se defrontaram várias vezes ao longo das últimas épocas.
Académica: Lukasz Madej vê Portugal como trampolim para outros voos
O médio Lukasz Madej (ex-Lodz), o mais recente reforço da Académica, já perspectivou a sua primeira experiência fora da Polónia, dando conta do desejo, há muito alimentado, de jogar fora do seu país e num campeonato com outro nível. O jogador, tal como o guarda-redes Peskovic (ex-Gornik), é esperado neste domingo em Coimbra, onde irá realizar testes médicos e assinar contrato por duas épocas, enquanto o guardião, tal como o Maisfutebol avançou, irá vincular-se apenas por uma temporada.
«Eu queria tentar uma experiência além-fronteiras e, por isso, as propostas da Polónia não me interessavam. Se quisesse ficar aqui, provavelmente, ainda estaria a jogar no Lodz. Tudo indica, porém, que vou prosseguir uma carreira em Portugal. Estou muito feliz com isso, porque, no campeonato local, já estou muito mais perto de Espanha e França, onde eu gostaria de jogar no futuro», afirmou o médio à imprensa polaca.
Lukasz Madej mostrou ter já alguns conhecimentos sobre a sua nova equipa e confirmou, no essencial, as notícias vindas a público em Portugal: «Os termos do contrato já foram acordados e, depois dos exames, se tudo estiver bem, irei assinar. Já tenho umas ideias sobre a equipa e posso começar a trabalhar logo na segunda-feira.»
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Académica: «Peskovic foi ilibado», diz empresário
O empresário do guarda-redes Boris Peskovic garante que o jogador foi absolvido no alegado caso de corrupção em que se viu envolvido, há cinco anos, quando representava o MKS Swit Nowy Dwor Mazowiecki, da II Divisão da Polónia, tendo supostamente sete dos seus jogadores, entre eles o guardião, recebido dinheiro para perder um jogo diante do Garbarnia Szczakowianka Jaworzno.
«Houve um jogo, no play-off de acesso à I Divisão, que as autoridades polacas consideraram estranho e decidiram investigar. Cinco jogadores foram irradiados, um apanhou dois anos e o PEskovic levou um ano. Mas ao fim de seis meses, foi ilibado e voltou a jogar. Aliás, neste momento, é ele que tem um processo contra a federação», contou Gaspar Freire.
De acordo com o agente, Peskovic, quando inquirido, terá confirmado a tentativa de corrupção, «mas provou que não a aceitou e, com isso, foi ilibado».
Pelo facto de não dominar o inglês, a apresentação do novo guarda-redes da Académica ficou a cabo do empresário, que falou um pouco do seu percurso: «Foi formado no Slavia de Bratislava e decidiu emigrar para a Polónia porque estava tapado pelo titular da selecção eslovaca na altura. Foi considerado o melhor guarda-redes a actuar na II Divisão polaca, em 2002, curiosamente o ano daquele caso. Depois esteve no Pogon, onde jogou com o Kazmiercsak. Na minha opinião, é uma espécie de Paulo Santos, mas com mais calma. É forte, sai bem e tem muita experiência.»
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«Houve um jogo, no play-off de acesso à I Divisão, que as autoridades polacas consideraram estranho e decidiram investigar. Cinco jogadores foram irradiados, um apanhou dois anos e o PEskovic levou um ano. Mas ao fim de seis meses, foi ilibado e voltou a jogar. Aliás, neste momento, é ele que tem um processo contra a federação», contou Gaspar Freire.
De acordo com o agente, Peskovic, quando inquirido, terá confirmado a tentativa de corrupção, «mas provou que não a aceitou e, com isso, foi ilibado».
Pelo facto de não dominar o inglês, a apresentação do novo guarda-redes da Académica ficou a cabo do empresário, que falou um pouco do seu percurso: «Foi formado no Slavia de Bratislava e decidiu emigrar para a Polónia porque estava tapado pelo titular da selecção eslovaca na altura. Foi considerado o melhor guarda-redes a actuar na II Divisão polaca, em 2002, curiosamente o ano daquele caso. Depois esteve no Pogon, onde jogou com o Kazmiercsak. Na minha opinião, é uma espécie de Paulo Santos, mas com mais calma. É forte, sai bem e tem muita experiência.»
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Académica: Peskovic garantido apesar de envolvimento em caso de corrupção
A Académica assegurou o concurso do guarda-redes eslovaco Boris Peskovic (32 anos), que terminou contrato com o Gornik Zabrze, da I Divisão da Polónia, confirmando a notícia do Maisfutebol, que dava conta das negociações com o atleta.
Os estudantes bateram a concorrência dos polacos do Lotz e do Lubin, clube do português Rui Miguel, e garantiram o quarto reforço para a nova época, cuja chegada a Coimbra está prevista para o próximo domingo, véspera do regresso aos trabalhos da equipa de Domingos Paciência.
Peskovic nasceu a 30 de Junho de 1976, em Topolcani, Eslováquia, mede 1, 88 m, pesa 86 quilos, e começou a carreira no Nedanovce, mas foi no Slávia de Bratislava que mais se destacou. Acabaria por emigrar para a Polónia aos 26 anos, para jogar no MKS Swit Nowy Dwor Mazowiecki, da II Divisão, passando depois pelo Lotz, Pogon e Sosnowiec, antes de ingressar no Gornik, no ano passado.
A contratação deste guarda-redes visa assegurar concorrência a Pedro Roma, que nesta quinta-feira mostrou intenção de manter a titularidade até aos 40 anos (!), mas não poderá ser vista como uma solução de futuro, razão pela qual os responsáveis da Briosa apenas lhe oferecem um contrato de uma época.
Caso de corrupção ensombrou contratação
A notícia correu célere logo pela manhã em Coimbra: o jogador no qual a Académica estava interessada foi condenado, há cinco anos, por corrupção passiva, ao ter aceitado uma verba de 50 mil euros para perder um jogo, decisivo para a subida à I Divisão da Polónia, quando representava o MKS Swit Nowy Dwor Mazowiecki.
De acordo com o site da UEFA, o jogador foi punido com um ano de suspensão mas teve melhor sorte do que seis dos seus colegas que foram simplesmente irradiados. O escândalo, primeiro do género na Polónia, abalou profundamente a estrutura do futebol local e a investigação, conduzida pela federação polaca, envolveu até recurso ao detector de mentiras.
Os responsáveis da Briosa, no entanto, têm a informação de que o castigo foi mais brando, devido ao recurso apresentado, e resolveram, ainda assim, avançar para a contratação em função das boas referências recolhidas sobre o atleta.
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Os estudantes bateram a concorrência dos polacos do Lotz e do Lubin, clube do português Rui Miguel, e garantiram o quarto reforço para a nova época, cuja chegada a Coimbra está prevista para o próximo domingo, véspera do regresso aos trabalhos da equipa de Domingos Paciência.
Peskovic nasceu a 30 de Junho de 1976, em Topolcani, Eslováquia, mede 1, 88 m, pesa 86 quilos, e começou a carreira no Nedanovce, mas foi no Slávia de Bratislava que mais se destacou. Acabaria por emigrar para a Polónia aos 26 anos, para jogar no MKS Swit Nowy Dwor Mazowiecki, da II Divisão, passando depois pelo Lotz, Pogon e Sosnowiec, antes de ingressar no Gornik, no ano passado.
A contratação deste guarda-redes visa assegurar concorrência a Pedro Roma, que nesta quinta-feira mostrou intenção de manter a titularidade até aos 40 anos (!), mas não poderá ser vista como uma solução de futuro, razão pela qual os responsáveis da Briosa apenas lhe oferecem um contrato de uma época.
Caso de corrupção ensombrou contratação
A notícia correu célere logo pela manhã em Coimbra: o jogador no qual a Académica estava interessada foi condenado, há cinco anos, por corrupção passiva, ao ter aceitado uma verba de 50 mil euros para perder um jogo, decisivo para a subida à I Divisão da Polónia, quando representava o MKS Swit Nowy Dwor Mazowiecki.
De acordo com o site da UEFA, o jogador foi punido com um ano de suspensão mas teve melhor sorte do que seis dos seus colegas que foram simplesmente irradiados. O escândalo, primeiro do género na Polónia, abalou profundamente a estrutura do futebol local e a investigação, conduzida pela federação polaca, envolveu até recurso ao detector de mentiras.
Os responsáveis da Briosa, no entanto, têm a informação de que o castigo foi mais brando, devido ao recurso apresentado, e resolveram, ainda assim, avançar para a contratação em função das boas referências recolhidas sobre o atleta.
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Académica confirma contratação de defesa brasileiro
A Académica confirmou esta quinta-feira a contratação de Luiz Nunes, conforme o Maisfutebol tinha anunciado há dois dias.
O defesa-central brasileiro assinou por duas épocas, depois de ter passado nos habituais exames médicos.
O defesa-central brasileiro assinou por duas épocas, depois de ter passado nos habituais exames médicos.
Pedro Roma (Académica) quer jogar até aos 40 anos
Já é, aos 37 anos, o jogador mais velho da Liga, mas Pedro Roma garante que quer jogar até aos 40, reeditando a célebre longevidade de alguns guarda-redes. Esta época, a história pode voltar a repetir-se no que concerne à tentativa da Académica de assegurar uma sucessão consistente na baliza: podem vir jovens promessas, estrangeiros com credencias, feitas e desfeitas todas as conjecturas, no final, o titular é¿ Pedro Roma.
O capitão dos estudantes encara, pois, o início de mais uma temporada com toda a tranquilidade e mostra-se preparado para justificar o facto de ser o dono da baliza coimbrã há épocas a fio, tanto mais que Ricardo foi emprestado à U. Leiria, e, quanto ao concorrente que lhe vão arranjar desta vez, deixa antever que não lhe facilitará a vida.
«Penso que não será a minha última época. Tenho definido que vou tentar acabar na Académica por volta dos 40 anos, se me deixarem, claro. Espero, por isso, que esta não seja a última. Depois daquilo que tenho feito nos últimos anos, o nível a que tenho jogado, a minha vontade de continuar é infinita», referiu o experiente guardião esta quinta-feira, à margem do primeiro dia de exames médicos na Académica.
A concorrência, ainda que necessariamente mais jovem, não retira uma virgular ao discurso determinado do guarda-redes da Briosa: «Já me conhecem o suficiente para saberem que procuro sempre dar o máximo. Tenho-me mantido a jogar, apesar dos novos elementos têm chegado. Felizmente, tenho conseguido manter um nível bastante elevado. Se vier mais alguém, será para me ajudar e ao clube, numa luta saudável.»
Esta temporada, Pedro Roma irá já acumular funções de jogador e de director-geral para a formação, funções que, afirma, não lhe aumenta as responsabilidades no clube: «Gosto de desafios e esse será mais um. Estou convencido de que, com a minha experiência e a ajuda de um núcleo de pessoas, é possível fazer um trabalho positivo nessa área.»
Seis ausências mais o trio do F.C. Porto
Os dois dias habituais de exames médicos, antes do reinício dos trabalhos, agendado para segunda-feira, começaram nesta quinta-feira e prolongam-se por amanhã. A maioria dos atletas não faltou à chamada, com excepção de Sougou (ex-U. Leiria), Lito, Cléber, Tiero e Cristiano, assim como Fofana, embora o futuro desde deva passar pelo Portimonense.
O trio de jogadores emprestados pelo F.C. Porto (Edson, Leandro Lima e Hélder Barbosa) também não se apresentou e ainda não está definido quando irão fazê-lo. A grande atracção do dia foram os reforços Carlos Aguiar (ex-Liverpool de Montevideu) e Luiz Nunes (ex-Juventude de Caxias). Os estudantes procuram ainda um guarda-redes, um lateral esquerdo e pelo menos um ponta-de-lança para fechar o plantel que perdeu nove jogadores. Éder, André Fontes, Licá e Gonçalo, todos do Tourizense, clube satélite dos estudantes, vão participar nos trabalhos de pré-época.
A equipa de Domingos Paciência vai ficar uma semana a trabalhar em Coimbra, seguindo-se o estágio, de 14 a 19 , em Celorico da Beira. Seguem-se oito jogos de preparação, com destaque para a apresentação aos sócios, diante do Espanhol, no dia 7 de Agosto.
Sitamos Sitio www.maisfutebol.iol.pt
O capitão dos estudantes encara, pois, o início de mais uma temporada com toda a tranquilidade e mostra-se preparado para justificar o facto de ser o dono da baliza coimbrã há épocas a fio, tanto mais que Ricardo foi emprestado à U. Leiria, e, quanto ao concorrente que lhe vão arranjar desta vez, deixa antever que não lhe facilitará a vida.
«Penso que não será a minha última época. Tenho definido que vou tentar acabar na Académica por volta dos 40 anos, se me deixarem, claro. Espero, por isso, que esta não seja a última. Depois daquilo que tenho feito nos últimos anos, o nível a que tenho jogado, a minha vontade de continuar é infinita», referiu o experiente guardião esta quinta-feira, à margem do primeiro dia de exames médicos na Académica.
A concorrência, ainda que necessariamente mais jovem, não retira uma virgular ao discurso determinado do guarda-redes da Briosa: «Já me conhecem o suficiente para saberem que procuro sempre dar o máximo. Tenho-me mantido a jogar, apesar dos novos elementos têm chegado. Felizmente, tenho conseguido manter um nível bastante elevado. Se vier mais alguém, será para me ajudar e ao clube, numa luta saudável.»
Esta temporada, Pedro Roma irá já acumular funções de jogador e de director-geral para a formação, funções que, afirma, não lhe aumenta as responsabilidades no clube: «Gosto de desafios e esse será mais um. Estou convencido de que, com a minha experiência e a ajuda de um núcleo de pessoas, é possível fazer um trabalho positivo nessa área.»
Seis ausências mais o trio do F.C. Porto
Os dois dias habituais de exames médicos, antes do reinício dos trabalhos, agendado para segunda-feira, começaram nesta quinta-feira e prolongam-se por amanhã. A maioria dos atletas não faltou à chamada, com excepção de Sougou (ex-U. Leiria), Lito, Cléber, Tiero e Cristiano, assim como Fofana, embora o futuro desde deva passar pelo Portimonense.
O trio de jogadores emprestados pelo F.C. Porto (Edson, Leandro Lima e Hélder Barbosa) também não se apresentou e ainda não está definido quando irão fazê-lo. A grande atracção do dia foram os reforços Carlos Aguiar (ex-Liverpool de Montevideu) e Luiz Nunes (ex-Juventude de Caxias). Os estudantes procuram ainda um guarda-redes, um lateral esquerdo e pelo menos um ponta-de-lança para fechar o plantel que perdeu nove jogadores. Éder, André Fontes, Licá e Gonçalo, todos do Tourizense, clube satélite dos estudantes, vão participar nos trabalhos de pré-época.
A equipa de Domingos Paciência vai ficar uma semana a trabalhar em Coimbra, seguindo-se o estágio, de 14 a 19 , em Celorico da Beira. Seguem-se oito jogos de preparação, com destaque para a apresentação aos sócios, diante do Espanhol, no dia 7 de Agosto.
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Jogos Com História
Benfica 0-3 Academica : RESUMO (Liga BWIN 11.04.2008)
Benfica 0-3 Academica: Animação
Nacional 0-3 Academica - resumo (Liga Bwin 17.02.2008)
Académica - Sporting (Golo de Pavlovic) 1-1
Benfica 0-3 Academica: Animação
Nacional 0-3 Academica - resumo (Liga Bwin 17.02.2008)
Académica - Sporting (Golo de Pavlovic) 1-1
Domingo, 1 de Junho de 2008
Tributo a Nossa Enorme Claque MN85
Um Tributo á nossa Enorme Claque Mancha Negra 85, que canta as nossa Vitórias á mais de 20 ANOS.
MANCHA NEGRA 1985
Mancha Negra - 22 anos de História
Deixei a casa - Mancha Negra - Académica
Mancha Negra - Madeira 2007
MN85
Mancha Negra em Alvalade
Mancha Negra na Luz - Benfica 0-3 Académica 2007
Mancha Negra no Dragão
Mancha Negra na Figueira
Mancha Negra AAC-FCP coreografia em grande
O Golo da Manutenção
Mancha Negra em Aveiro
Mancha Negra em Braga
Mancha Negra em Nossa Casa - AAC - FCP
Parte I
Parte II
Mancha Negra no Bessa
Mancha Negra em Setubal
Mancha Negra nas Aves
Mancha Negra em Matosinhos
MANCHA NEGRA 1985
Mancha Negra - 22 anos de História
Deixei a casa - Mancha Negra - Académica
Mancha Negra - Madeira 2007
MN85
Mancha Negra em Alvalade
Mancha Negra na Luz - Benfica 0-3 Académica 2007
Mancha Negra no Dragão
Mancha Negra na Figueira
Mancha Negra AAC-FCP coreografia em grande
O Golo da Manutenção
Mancha Negra em Aveiro
Mancha Negra em Braga
Mancha Negra em Nossa Casa - AAC - FCP
Parte I
Parte II
Mancha Negra no Bessa
Mancha Negra em Setubal
Mancha Negra nas Aves
Mancha Negra em Matosinhos
Frente Briosa Academica XXI
A Frente Briosa Academica XXI, foi criada por um grupo de Sócios, Adeptos e Simpatizante, de um pouco deste nosso Portugal.
A AAC/OAF, é uma das Instituições de Maior Renome e Prestigio do nosso País, pelos Valores que levaram á sua Fundação e ainda Hoje e no Futuro serão a nossa referencia.
A Associoação Académica de Coimbra / OAF, reune condições impares no Mundo do Desporto, que fazem deste Clube um dos Maiores de Portugal e mais Carismaticos.
Mas a AAC/OAF é muito mais que uma Equipe de Futebol, é uma Lição de Vida, Uma Academia, Uma Cidade, Uma Região, Um País, Um Mundo de Emoções e Sentimentos, que fazem de Nós uma Instituição com uma Mistica Única!
Ser Académica, Ser Briosa, é muito mais que ser de um Clube, é ser de Uma Cultura de Principios Verticais e Integros.
Força Briosa, que o Sec. XXI seja repletos de conquistas, confirmados com Vitórias e Titulos!
Vamos canalizar tudo o potencial Humano e Social em Torno desta Nobre Instituição!!!!
Seremos somente um começo de uma nova era, a Frente Briosa Academica XXI, quer-se independente de qualquer extrutura ou organismo existente, será sempre um Ideial Cívico, para levarmos as nossa Vozes onde antes não chegavam!
Chegou a nossa Hora, a Hora da Ambição, A Hora da Vitória, A Hora de Contas Certas, A Hora de Um Grande Plantel, A Hora de Conquistas, A Hora de Ganhar Titulos.!!!!
Temos Todos Que Estar Em Sintonia, Ano 2010, Queremos Um Titulo, Um Equipa Excepcional!!!!
ESte Espaço é de Todos Nós
Força Briosa
E aqui a nossa Força Total, da Académica do Século XXI, através do nosso Blog e Perfil HI5.
www.frentebriosaacademicaxxi.blogspot.com
A AAC/OAF, é uma das Instituições de Maior Renome e Prestigio do nosso País, pelos Valores que levaram á sua Fundação e ainda Hoje e no Futuro serão a nossa referencia.
A Associoação Académica de Coimbra / OAF, reune condições impares no Mundo do Desporto, que fazem deste Clube um dos Maiores de Portugal e mais Carismaticos.
Mas a AAC/OAF é muito mais que uma Equipe de Futebol, é uma Lição de Vida, Uma Academia, Uma Cidade, Uma Região, Um País, Um Mundo de Emoções e Sentimentos, que fazem de Nós uma Instituição com uma Mistica Única!
Ser Académica, Ser Briosa, é muito mais que ser de um Clube, é ser de Uma Cultura de Principios Verticais e Integros.
Força Briosa, que o Sec. XXI seja repletos de conquistas, confirmados com Vitórias e Titulos!
Vamos canalizar tudo o potencial Humano e Social em Torno desta Nobre Instituição!!!!
Seremos somente um começo de uma nova era, a Frente Briosa Academica XXI, quer-se independente de qualquer extrutura ou organismo existente, será sempre um Ideial Cívico, para levarmos as nossa Vozes onde antes não chegavam!
Chegou a nossa Hora, a Hora da Ambição, A Hora da Vitória, A Hora de Contas Certas, A Hora de Um Grande Plantel, A Hora de Conquistas, A Hora de Ganhar Titulos.!!!!
Temos Todos Que Estar Em Sintonia, Ano 2010, Queremos Um Titulo, Um Equipa Excepcional!!!!
ESte Espaço é de Todos Nós
Força Briosa
E aqui a nossa Força Total, da Académica do Século XXI, através do nosso Blog e Perfil HI5.
www.frentebriosaacademicaxxi.blogspot.com
Tributo á Nossa Briosa
Um conjunto de Videos, como forma de tributo á Nossa e Impar Associação Académica de Coimbra/OAF , á Nossa Briosa.
ULTRA MANCHA NEGRA BOYS 1985
ACADÉMICA 2-2 MARITIMO
Golos da Academica
Academica é Diferente!!! É Única, a Nossa Briosa
Os Nosso Brioso Atletas
Apresentação da Académica 2006/2007
Apresentação da Académica 2007/2008
Golos Academica, Top Best
ULTRA MANCHA NEGRA BOYS 1985
ACADÉMICA 2-2 MARITIMO
Golos da Academica
Academica é Diferente!!! É Única, a Nossa Briosa
Os Nosso Brioso Atletas
Apresentação da Académica 2006/2007
Apresentação da Académica 2007/2008
Golos Academica, Top Best
Sábado, 31 de Maio de 2008
1985- O Ano em que o Calhabé ganhou um novo ânimo…MN 85
Estávamos em 1985, uma nova forma de estar e de apoiar as equipas estava a aparecer em Portugal, Coimbra a cidade do conhecimento não fugiu à regra e uma nova vaga, com uma nova forma de apoio à Briosa estava a surgir. É então que surge a mais antiga falange de apoio da Académica que se encontra em plena actividade. Estamos a falar da Mancha Negra, que ao contrário do que o seu nome indica, dá um belo colorido aos estádios onde se apresenta. Para símbolo oficial da claque foi escolhida uma das mais populares personagens da Walt Disney: o Mancha Negra. A claque teve a sua fundação a 3 de Março de 1985 no jogo Académica - Sporting de Braga. No processo de formação da claque os seus fundadores tinham por objectivos estabelecer amizades com grupos de apoio de jovens dos restantes clubes, apoiar a Académica e ter um protagonismo no desenvolvimento do mundo ultra em Portugal, objectivos estes que nos dias que correm ainda precem. A Claque mais representativa da Académica está neste momento com 20 anos. São duas décadas de enorme Amor, dedicação a uma causa…a Académica. A Mancha Negra neste momento tem activos cerca de 1600 sócios, é uma claque que se distingue das demais pela sua forma de estar e de agir. Ao contrário da maioria das claques Nacionais os seus membros são na sua quase plenitude sócios do Clube. A claque tem sido ao longo dos anos uma parte integrante e bastante activa dentro do clube sendo comum ver nas Assembleias-gerais da Académica os seus membros a apresentarem propostas, a debaterem convicções e ajudarem a construir uma Académica mais forte. A Mancha Negra tem estado ao lado da Académica nos Bons e nos Maus momentos, numa cidade que consideramos Madrasta para a Académica, pois quando a instituição está bem todos aparecem e todos estão a seu lado. A MN prefere dar a cara e aparecer nas horas difíceis, quem não se lembra das atitudes tomadas após alguns jogos onde depois de derrotados copiosamente, ex. Felgueiras (7-0), no primeiro treino da Semana lá estavam os Ultras da MN com uma Frase de apoio ao plantel, “Um resultado não faz uma época… Força Rapazes”, ou atitudes tomadas a quando dos famigerados cheques sem cobertura onde nos insurgimos contra aquela situação e ajudámos a mudar o rumo que a instituição estava a levar. Como já escrevemos gostamos de estar ao lado da Briosa em todas as ocasiões, sabendo nós que nas difíceis é que se vêm os verdadeiros Académicos. A Mancha é muitas vezes apelidada de “família”, pois lá dentro existe um grande espírito de amizade e união entre os seus membros que fazem desta uma das melhores claques Nacionais. Alguns elementos continuam na claque desde a sua fundação, têm sido muito importantes na passagem da mensagem e da mística para os mais novos, o seu papel na claque não sendo muito activo é sempre importante sobretudo em momentos de tenção em que se está para tomar decisões, a voz da Velha Guarda é sempre ouvida. A nossa fidelidade está bem reflectida no nosso lema, “Se jogasses no céu … morreríamos para te ver”, sendo aplicado de tal modo a que nos últimos 12 anos a faixa da claque esteve presente em todos os jogos oficiais da Académica. A mancha Negra já desenvolveu vários projectos dos quais muito se orgulha. De entre muitos salientamos o CD áudio “Sabes que nunca estarás só…” e mais recentemente um livro sobre os 20 Anos das Claque, “20 Anos. 20 Viagens”, sendo o primeiro do género em Portugal, do qual muito nos orgulhamos.
Mancha Negra - 22 anos de História
Entrevista com os Fundadores
Mancha Negra - 22 anos de História
Entrevista com os Fundadores
Títulos e Classificações Importantes
Vencedora da Taça de Portugal em
1938/39 (Benfica 4-3);

- Finalista vencida da Taça de Portugal em
1950/51 (Benfica, 1-5),
1966/67 (V. Setúbal, 2-3),
1968/69 (Benfica, 1-2);
Vice-campeã nacional em 1966/67;
Participou nas competições europeias em
1968/69, 1969/70 e 1971/72;
Campeã da II Divisão nacional em
1948/49 e 1972/73.
Competições Europeias
1 presença na Taça das Taças e 2 presenças na Taça UEFA
quartos-de-final da Taça das Taças 1969/70,
eliminou o Pallos (Finlândia), e o Magdeburgo (Alemanha, Ex RDA), tendo sido eliminada pelo Manchester City, (Inglaterra);
primeira eliminatória da Taça UEFAem 1968/69, eliminada pelo Olympique de Lyon, (França);
primeira eliminatória da Taça UEFA em1968/69, e 1971/72 eliminada pelo Wolverhampton, (Inglaterra) .
NOTA: Entre 1974/75 e 1983/84 a A.A.C participou nas provas nacionais com Clube Académico de Coimbra.
Campeonatos Nacionais- 46 presenças na Primeira Divisão (também designada de I Liga e Superliga).
Seis destas épocas foram disputadas como Clube Académico de Coimbra;
17 presença na Liga e Campeonato de Portugal;
17 presenças na II Divisão de H e II Divisão zona centro (quatro épocas como C.A.C.).Taça de Portugal 61 participações na Taça de Portugal (dez épocas como C.A.C.).
Finais:
Vencedora da Taça de Portugal 1938/39
(Benfica, 4-3);
Finalista vencida em 1950/51 (Benfica, 1-5);
Finalista vencida em 1966/67 (V. Setúbal, 2-3);
Finalista vencida em 1968/69 (Benfica, 1-2).
1938/39 (Benfica 4-3);

- Finalista vencida da Taça de Portugal em
1950/51 (Benfica, 1-5),
1966/67 (V. Setúbal, 2-3),
1968/69 (Benfica, 1-2);
Vice-campeã nacional em 1966/67;
Participou nas competições europeias em
1968/69, 1969/70 e 1971/72;
Campeã da II Divisão nacional em
1948/49 e 1972/73.
Competições Europeias
1 presença na Taça das Taças e 2 presenças na Taça UEFA
quartos-de-final da Taça das Taças 1969/70,
eliminou o Pallos (Finlândia), e o Magdeburgo (Alemanha, Ex RDA), tendo sido eliminada pelo Manchester City, (Inglaterra);
primeira eliminatória da Taça UEFAem 1968/69, eliminada pelo Olympique de Lyon, (França);
primeira eliminatória da Taça UEFA em1968/69, e 1971/72 eliminada pelo Wolverhampton, (Inglaterra) .
NOTA: Entre 1974/75 e 1983/84 a A.A.C participou nas provas nacionais com Clube Académico de Coimbra.
Campeonatos Nacionais- 46 presenças na Primeira Divisão (também designada de I Liga e Superliga).
Seis destas épocas foram disputadas como Clube Académico de Coimbra;
17 presença na Liga e Campeonato de Portugal;
17 presenças na II Divisão de H e II Divisão zona centro (quatro épocas como C.A.C.).Taça de Portugal 61 participações na Taça de Portugal (dez épocas como C.A.C.).
Finais:
Vencedora da Taça de Portugal 1938/39
(Benfica, 4-3);
Finalista vencida em 1950/51 (Benfica, 1-5);
Finalista vencida em 1966/67 (V. Setúbal, 2-3);
Finalista vencida em 1968/69 (Benfica, 1-2).
A Nossa História...
Academica vs Uniao Coimbra, Campo do Arnado em 1930
Recordação, História, Orgulho, uma Cidade, um País, uma Enorme Instituição
A Associação Académica de Coimbra - Organismo Autónomo de Futebol (AAC-OAF), normalmente apenas designada de Académica, é o clube de futebol profissional mais conhecido da cidade de Coimbra, Portugal. A Associação Académica de Coimbra foi fundada em 1876, e o Organismo Autónomo de Futebol, criado em 1984, sendo o mais antigo clube em Portugal a militar nas divisões profissionais. A Académica é a detentora da 1ª Taça de Portugal, ganha em 1939, e é dos clubes com mais títulos em Portugal, no Futebol. "Associação Académica de Coimbra - OAF (Subsídios para a sua História) Da Academia e da Briosa à Associação Académica e à ACADÉMICA A AAC – OAF, é a herdeira natural da Associação Académica que espalhou futebol, alegria e irreverência, durante, quase três quartos de século, pelos campos de futebol de Portugal. Difícil é marcar-lhe (à Académica, como grupo de futebol) uma data para começo, sobretudo se, com espírito histórico e em termos institucionais, a quisermos definir documentalmente. Não fixemos, pois, aqui e agora, o quando. Esquematizemos apenas o como. Temos notícias de que no fim do século XIX, já os estudantes da Universidade de Coimbra brincavam com uma bola no largo fronteiro aos Jardins de Santa Cruz, a Sereia de hoje. Aceitando, com boa vontade, que essa brincadeira fosse já Footebal, não era, porém, ainda, a Académica, mas seria tão-só a Academia, (melhor dizendo, estudantes da Academia) como se designava desde os tempos do Senhor Rei D. Dinis, o colectivo dos estudantes Universitários. O honroso designativo de Briosa ganhara-o a Academia de Coimbra, pelo menos desde meados do século XIX, pois assim, relativamente a esse tempo, quando ainda se não sonhava com o footbal, a designa já António Cabral no seu Tempos de Coimbra, uma das mais famosas e respeitadas crónicas sobre a Academia coimbrã. Ao contrário do que muitos pensam e alguns, com responsabilidades, escrevem, a Briosa é a Academia, não o seu team de Footebal. Acontece, porém, que o Futebol da Associação Académica era, queira-se ou não, e sem menosprezo de outras actividades culturais, desportivas e mesmo académicas, quem mais dignificava e propagandeava a Academia de Coimbra, a começar pela própria Universidade (perdoe-se a hiperbólica irreverência). Assim, a Secção ganha o epíteto que outorgado fora a toda a Academia – e é como BRIOSA que hoje, desligada, institucional, mas não afectivamente, que está da casa mãe ainda é tratada e reconhecida. Voltemos, porém, à institucionalização da Associação Académica dos Estudantes da Universidade de Coimbra, pois só após ela se pode falar e entender o surgir institucional da Académica no palco do Futebol Português. O fim de oitocentos do século XIX é o tempo certo – 1887, se a memória, que sustenta este escrito, me não falha. Se data assim, do final de novecentos a passagem da Academia à Associação Académica, só no início da segunda década do século XX, aparece a Secção de Futebol. Isto não significa que o futebol académico só então tenha nascido. Às brincadeiras futebolísticas no frente ao Jogo da Pela dos frades Crúzios, sucederam-se já verdadeiros jogos de footebal, na Insua dos frades Bentos, pelo que se pode dizer que o futebol académico surge abençoado pelas ordens monásticas. Na verdade sabemos que os estudantes e depois mesmo já a Secção de Futebol da AAC, conhecida desde logo simplesmente pela a ACADÉMICA, realizaram jogos no campo da Ínsua dos Bentos - ao fundo de onde hoje é o Parque Manuel Braga - pelo menos até ao aparecimento do Campo de Santa Cruz, cuja construção fundamenta o futebol académico, podendo dizer-se que sem ele nada teria existido. É certo que ali jogaram ainda os renomados Esquível, Ribeiro da Costa, Guedes Pinto. Galante..., mas a verdadeira Académica, aquela a que nos encontramos misticamente ligados, forjou-se em Santa Cruz. Nasceu o “Estádio”, comparando com o que antes fora, como quase tudo em Coimbra, da carolice de alguns. Pertencia (pertence?) à Universidade, já que foi a ela que o Presidente Sidónio Pais(*1) doou cem contos que possibilitaram as obras, mas a obra, Obra, foi da Associação Académica. Melhor, por mais verdadeiro, seria dizer que nasceu e avançou mercê do entusiasmo e trabalho, inclusive físico, de um grupo de estudantes, precursores do desporto como factor educativo, Personificaram todo o esforço de anónimos estudantes dos anos vinte, o empenho, o espírito de iniciativa e a dedicação dos posteriormente doutores Armando Sampaio e Matos Beja; Cunha Vaz e Rui Sarmento. O primeiro jogo ali realizado foi em 23/3/1918, contra o há muito desaparecido Império de Lisboa, que a Académica perdeu por 3-2. Também no jogo de inauguração, em Março de 1922, presentes o Ministro dos Negócios Barbosa de Magalhães e o Reitor da Universidade Professor Doutor. António Luís Gomes, saneado pelo Estado Novo, a Académica voltou a perder, agora com o Académico do Porto (3-4). O primeiro jogo oficial que teve lugar em Santa Cruz foi contra o Moderno, para o Campeonato de Coimbra de 1922/23, finalmente a Académica ganhou – 3-0(*2). Embora, já ali se fosse jogando, o campo só tomou forma de recinto desportivo a partir de 1925. Acrescem a estas obras os melhoramentos que vão sendo feitos, nos anos seguintes, traduzidos em vestiários, novas bancadas, um campo de basquete e um tanque de 12 metros. O culminar das obras, com esta pomposamente chamada piscina, deu-se a 31 de Agosto de 1934. A inauguração coube ao então Reitor Professor Doutor João Duarte Oliveira. Julgo, que relembrando este palco de tantas glórias é obrigatório deixar aqui, pelo menos os nomes dos que, guardando-o, o serviram: o Zé Grande e sua mulher a senhora Mariana, do tempo do Dr. Sampaio; o Senhor Zé dos meus tempos de Liceu e o Senhor Zé Freixo, e sua Senhora, D.Leocádia Freixo, pais dos ex-Atletas escolares, José, Gregório e Luís – bem hajam pelo que por este glorioso palco fizeram (Gonçalo dos Reis Torgal - in Coimbra - Boémia da Saudade, Coimbras 2004 - III Volume) (*1) - Sampaio. Armando – in Cinquenta anos depois. Autor, Coimbra 1982, pág. 66 (*2) - Santana, João –id. Ibd. Adende-se que, se quisermos ser rigorosos, não foi este o primeiro jogo oficial ali disputado, já que, conforme se lê numa placa do Santa Cruz, ali aposta em 22/10/1942 – 20º Aniversário da A.F.C. os jogos desse dia (3/12/1922), abriram com o jogo de 3ªs Categorias entre os Onze Brancos e o Esperança F.C, arbitrado por Aurelino Lima a que se seguiu um A.A . – Conimbricenses também em terceiras, arbitrado por Luís Lucas; jogaram depois o União e o Avis Atlético Clube, em 2ªs categorias, sendo árbitro Alberto Morais. Só depois se defrontaram as 1ªs Categorias da Académica e do Moderno, jogo arbitrado por Mendes Leal, de Lisboa. " Sito: Sitio Academica - OAF
Recordação, História, Orgulho, uma Cidade, um País, uma Enorme Instituição
A Associação Académica de Coimbra - Organismo Autónomo de Futebol (AAC-OAF), normalmente apenas designada de Académica, é o clube de futebol profissional mais conhecido da cidade de Coimbra, Portugal. A Associação Académica de Coimbra foi fundada em 1876, e o Organismo Autónomo de Futebol, criado em 1984, sendo o mais antigo clube em Portugal a militar nas divisões profissionais. A Académica é a detentora da 1ª Taça de Portugal, ganha em 1939, e é dos clubes com mais títulos em Portugal, no Futebol. "Associação Académica de Coimbra - OAF (Subsídios para a sua História) Da Academia e da Briosa à Associação Académica e à ACADÉMICA A AAC – OAF, é a herdeira natural da Associação Académica que espalhou futebol, alegria e irreverência, durante, quase três quartos de século, pelos campos de futebol de Portugal. Difícil é marcar-lhe (à Académica, como grupo de futebol) uma data para começo, sobretudo se, com espírito histórico e em termos institucionais, a quisermos definir documentalmente. Não fixemos, pois, aqui e agora, o quando. Esquematizemos apenas o como. Temos notícias de que no fim do século XIX, já os estudantes da Universidade de Coimbra brincavam com uma bola no largo fronteiro aos Jardins de Santa Cruz, a Sereia de hoje. Aceitando, com boa vontade, que essa brincadeira fosse já Footebal, não era, porém, ainda, a Académica, mas seria tão-só a Academia, (melhor dizendo, estudantes da Academia) como se designava desde os tempos do Senhor Rei D. Dinis, o colectivo dos estudantes Universitários. O honroso designativo de Briosa ganhara-o a Academia de Coimbra, pelo menos desde meados do século XIX, pois assim, relativamente a esse tempo, quando ainda se não sonhava com o footbal, a designa já António Cabral no seu Tempos de Coimbra, uma das mais famosas e respeitadas crónicas sobre a Academia coimbrã. Ao contrário do que muitos pensam e alguns, com responsabilidades, escrevem, a Briosa é a Academia, não o seu team de Footebal. Acontece, porém, que o Futebol da Associação Académica era, queira-se ou não, e sem menosprezo de outras actividades culturais, desportivas e mesmo académicas, quem mais dignificava e propagandeava a Academia de Coimbra, a começar pela própria Universidade (perdoe-se a hiperbólica irreverência). Assim, a Secção ganha o epíteto que outorgado fora a toda a Academia – e é como BRIOSA que hoje, desligada, institucional, mas não afectivamente, que está da casa mãe ainda é tratada e reconhecida. Voltemos, porém, à institucionalização da Associação Académica dos Estudantes da Universidade de Coimbra, pois só após ela se pode falar e entender o surgir institucional da Académica no palco do Futebol Português. O fim de oitocentos do século XIX é o tempo certo – 1887, se a memória, que sustenta este escrito, me não falha. Se data assim, do final de novecentos a passagem da Academia à Associação Académica, só no início da segunda década do século XX, aparece a Secção de Futebol. Isto não significa que o futebol académico só então tenha nascido. Às brincadeiras futebolísticas no frente ao Jogo da Pela dos frades Crúzios, sucederam-se já verdadeiros jogos de footebal, na Insua dos frades Bentos, pelo que se pode dizer que o futebol académico surge abençoado pelas ordens monásticas. Na verdade sabemos que os estudantes e depois mesmo já a Secção de Futebol da AAC, conhecida desde logo simplesmente pela a ACADÉMICA, realizaram jogos no campo da Ínsua dos Bentos - ao fundo de onde hoje é o Parque Manuel Braga - pelo menos até ao aparecimento do Campo de Santa Cruz, cuja construção fundamenta o futebol académico, podendo dizer-se que sem ele nada teria existido. É certo que ali jogaram ainda os renomados Esquível, Ribeiro da Costa, Guedes Pinto. Galante..., mas a verdadeira Académica, aquela a que nos encontramos misticamente ligados, forjou-se em Santa Cruz. Nasceu o “Estádio”, comparando com o que antes fora, como quase tudo em Coimbra, da carolice de alguns. Pertencia (pertence?) à Universidade, já que foi a ela que o Presidente Sidónio Pais(*1) doou cem contos que possibilitaram as obras, mas a obra, Obra, foi da Associação Académica. Melhor, por mais verdadeiro, seria dizer que nasceu e avançou mercê do entusiasmo e trabalho, inclusive físico, de um grupo de estudantes, precursores do desporto como factor educativo, Personificaram todo o esforço de anónimos estudantes dos anos vinte, o empenho, o espírito de iniciativa e a dedicação dos posteriormente doutores Armando Sampaio e Matos Beja; Cunha Vaz e Rui Sarmento. O primeiro jogo ali realizado foi em 23/3/1918, contra o há muito desaparecido Império de Lisboa, que a Académica perdeu por 3-2. Também no jogo de inauguração, em Março de 1922, presentes o Ministro dos Negócios Barbosa de Magalhães e o Reitor da Universidade Professor Doutor. António Luís Gomes, saneado pelo Estado Novo, a Académica voltou a perder, agora com o Académico do Porto (3-4). O primeiro jogo oficial que teve lugar em Santa Cruz foi contra o Moderno, para o Campeonato de Coimbra de 1922/23, finalmente a Académica ganhou – 3-0(*2). Embora, já ali se fosse jogando, o campo só tomou forma de recinto desportivo a partir de 1925. Acrescem a estas obras os melhoramentos que vão sendo feitos, nos anos seguintes, traduzidos em vestiários, novas bancadas, um campo de basquete e um tanque de 12 metros. O culminar das obras, com esta pomposamente chamada piscina, deu-se a 31 de Agosto de 1934. A inauguração coube ao então Reitor Professor Doutor João Duarte Oliveira. Julgo, que relembrando este palco de tantas glórias é obrigatório deixar aqui, pelo menos os nomes dos que, guardando-o, o serviram: o Zé Grande e sua mulher a senhora Mariana, do tempo do Dr. Sampaio; o Senhor Zé dos meus tempos de Liceu e o Senhor Zé Freixo, e sua Senhora, D.Leocádia Freixo, pais dos ex-Atletas escolares, José, Gregório e Luís – bem hajam pelo que por este glorioso palco fizeram (Gonçalo dos Reis Torgal - in Coimbra - Boémia da Saudade, Coimbras 2004 - III Volume) (*1) - Sampaio. Armando – in Cinquenta anos depois. Autor, Coimbra 1982, pág. 66 (*2) - Santana, João –id. Ibd. Adende-se que, se quisermos ser rigorosos, não foi este o primeiro jogo oficial ali disputado, já que, conforme se lê numa placa do Santa Cruz, ali aposta em 22/10/1942 – 20º Aniversário da A.F.C. os jogos desse dia (3/12/1922), abriram com o jogo de 3ªs Categorias entre os Onze Brancos e o Esperança F.C, arbitrado por Aurelino Lima a que se seguiu um A.A . – Conimbricenses também em terceiras, arbitrado por Luís Lucas; jogaram depois o União e o Avis Atlético Clube, em 2ªs categorias, sendo árbitro Alberto Morais. Só depois se defrontaram as 1ªs Categorias da Académica e do Moderno, jogo arbitrado por Mendes Leal, de Lisboa. " Sito: Sitio Academica - OAF
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